REFLEXÕES ONTOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: HEIDEGGER E A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA

Autores/as

  • Guilherme Wagner Universidade Federal de Santa Catarina
  • Everaldo Silveira Universidade Federal de Santa Catarina

Palabras clave:

Filosofia da Educação Matemática, Ontologia, Fenomenologia, Ideologia da Certeza

Resumen

Toda filosofia incorpora e representa uma determinada concepção de mundo que para sua própria vivacidade necessita constantemente se debruçar sobre as demais para demonstrar a sua validade. É com essa pretensão que serão analisadas as filosofias de Heidegger e Skovsmose, também as confrontando a partir da questão da técnica/tecnologia e da sua relação com a educação matemática. Consequentemente, se procurará demonstrar a importância de uma ontologia em Educação Matemática Crítica, e que essa ontologia não pode ser a de Heidegger. O referencial lukacsiano guiará a crítica à Heidegger e possibilitará a conclusão de que uma abordagem ontológica para a Educação Matemática Crítica deve levar em consideração a gênese histórico-social do Ser social que ensina e aprende matemática superando a imediaticidade e a manipulabilidade da vida cotidiana, assim como tomar a categoria ontológica da totalidade em relação dialética com a singularidade; a esta abordagem Lukács (2013) denomina de método de “duas vias”.

Biografía del autor/a

Guilherme Wagner, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestrando em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Everaldo Silveira, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutor em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor Adjunto no Departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina.

Publicado

2017-11-07

Cómo citar

Wagner, G., & Silveira, E. (2017). REFLEXÕES ONTOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: HEIDEGGER E A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA. Revista De Educação, Ciências E Matemática, 7(2). Recuperado a partir de https://granrio.emnuvens.com.br/recm/article/view/4513